28 de maio de 2012

Recado.

Sempre recebi em minhas postagens, comentários de pessoas que por alguma razão preferem não se identificar, e isso nunca foi, e nem será, um problema, isto porque até hoje, todos são comentários muito simpáticos, bonitos e cordiais, os quais só me deixam extremamente lisonjeada.
Não sei se são da mesma pessoa, mas creio que não, sobretudo os dois últimos.A pessoa que os escreve, se desejar identificar-se, eu vou gostar muito de saber quem é, mas se por razão ou motivos outros não quiser fazê-lo e preferir continuar anônimo (a), eu entenderei.
Sem saber a quem me dirijo,  mas por achar que coisas bonitas não merecem ficar ausentes de resposta, desde já meu obrigada pelas palavras tão lindas à minha pessoa ofertadas.Eu acho o máximo encontrar-me com pessoa (s) assim, cuja percepção vai além do que se vê.
Um abraço,
Danubya Medeiros.

Da felicidade.

Amanheci feliz, mas mais feliz do que quando acordo feliz.Não posso explicar, simplesmente porque não consigo, porque não parece ser qualquer tipo de felicidade, porque não vem de qualquer coisa. Porque é tão simples o que sinto, que não cabe ser definida.
É uma felicidade que vem da alma, de um lugar muito profundo e íntimo, que a gente só encontra depois de um mergulho demorado dentro de si mesmo.É uma felicidade que só tem quem se encontra, eu, portanto, me sinto encontrada no mundo, dentro de mim, e da minha liberdade que me faz tão coragem.
Eu tenho a felicidade de quem quebra qualquer mal com um sorriso, que é meu e não existe igual.Tenho a felicidade de quem quer o melhor, para o maior número possível de pessoas, de quem se ama e por isso pode amar outra pessoa.Eu tenho a felicidade de quem sabe que toda pequena coisa ou perturbação, não vale um riso meu e nem a claridade dos meus olhos.Trasmito o bem, para que o bem à mim retorne, e assim vou vivendo, fazendo, e acontecendo cada vez maior!
Dan.